"Copa de 2014 precisa de um milagre", diz Romário
Deputado cita aumento dos custos de estádios e critica Teixeira
"Só um milagre fará com que o Brasil realize a melhor Copa do Mundo", disse o ex-jogador e atual deputado federal Romário. A declaração foi dada ao jornal "Folha de S. Paulo", em entrevista publicada hoje (20), ao comentar os atrasos e aumentos de orçamentos nas obras e a falta de liderança na condução dos preparativos para o Mundial.
"Pelo que estou vendo, as coisas não irão acontecer (como planejado). Vamos sim organizar o Mundial, mas, infelizmente, teremos problemas e não será o melhor Mundial de todos os tempos", afirmou o ex-atacante.
Romário disse que festejou quando o Brasil foi escolhido como sede do Mundial de 2014 e que na época afirmou que o país não apenas teria condições de organizar a Copa, mas de fazer a melhor de todos os tempos. "Mantenho a primeira ideia, mas retiro a segunda", desabafou.
O ex-atacante reconhece os méritos de Ricardo Teixeira como dirigente esportivo e sua campanha para que o Brasil pudesse ser a sede do Mundial de 2014, mas argumentou que existem pessoas mais preparadas para organizar o evento.
Afirmou que, como representante do Rio de Janeiro na Câmara de Deputados, manterá seu apoio a uma petição para que o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, compareça ao Congresso para explicar supostas irregularidades, incluindo algumas relativas à organização da Copa de 2014, como o sucessivo aumento dos custos dos estádios para os jogos. "Da forma como estão as coisas, os estádios irão custar R$ 15 bilhões (cerca de U$ 9,375 milhões) e isso é um absurdo", concluiu.
"Pelo que estou vendo, as coisas não irão acontecer (como planejado). Vamos sim organizar o Mundial, mas, infelizmente, teremos problemas e não será o melhor Mundial de todos os tempos", afirmou o ex-atacante.
Romário disse que festejou quando o Brasil foi escolhido como sede do Mundial de 2014 e que na época afirmou que o país não apenas teria condições de organizar a Copa, mas de fazer a melhor de todos os tempos. "Mantenho a primeira ideia, mas retiro a segunda", desabafou.
O ex-atacante reconhece os méritos de Ricardo Teixeira como dirigente esportivo e sua campanha para que o Brasil pudesse ser a sede do Mundial de 2014, mas argumentou que existem pessoas mais preparadas para organizar o evento.
Afirmou que, como representante do Rio de Janeiro na Câmara de Deputados, manterá seu apoio a uma petição para que o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, compareça ao Congresso para explicar supostas irregularidades, incluindo algumas relativas à organização da Copa de 2014, como o sucessivo aumento dos custos dos estádios para os jogos. "Da forma como estão as coisas, os estádios irão custar R$ 15 bilhões (cerca de U$ 9,375 milhões) e isso é um absurdo", concluiu.

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